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  • ressoameucanto

DIA #15

Atualizado: 16 de fev.

Ontem o trabalho foi mais agitado, mais emocionante. Várias reservas pelo dia dos namorados. Foi divertido! Depois recebi uma mensagem da Mari um pouco chateada por talvez estarmos todos preocupados com o choro inconsolável da Liz. E, apesar de não ser mãe, eu super entendo que deve ser um mix de sentimentos absurdos para uma mãe lidar, ainda mais sendo o primeiro filho.


Acordei com expectativa de ir para um temazcal, mas depois lembrei sobre a aula de yoga que preciso programar para amanhã, sem contar nos outros projetos da minha pauta. Bebi cacau, tirei cartas e bateu um vazio, não sei se de tristeza ou de cansaço. Decidi deitar mais um pouco com o som da chuva lá fora. Senti saudade. Chorei. Depois lembrei do insight mais importante que tive no ano passado sobre minhas crenças que era sobre não acreditar no amor. Percebi que as duas mágoas que causei no Brasil estavam relacionadas a uma reação sobre o amor. É triste saber que ela ainda está ali. Achei que já tinha virado essa chave, mas pelo jeito não. Preciso trabalhar nisso, trazer mais para a consciência e libertar. Talvez trazer para o corpo seja ainda mais eficaz. Vou dançar esse sentimento. Preciso de uma catarse. Vontade de gritar. Raiva. Raiva por derramar lágrimas por uma pessoa que sequer lembra da minha existência, que provavelmente nunca nem sentiu por mim o que sinto por ele e cujas atitudes ferem TANTO QUANTO OU MAIS as minhas reações às suas atitudes. Não. Chega. Não posso ser idiota a ponto de romantizar uma relação com essa pessoa, que ficou por umas 3 semanas tentando me afastar de várias formas e ainda me culpa pelo que eu fiz, claro. Pois só eu sou a 'errada' da história. Sério, Não. Não. Não. Não. Ninguém tem o poder de me fazer sofrer assim. E eu não posso me fazer sofrer por algo que não vale à pena. Se ao menos fosse um sentimento recíproco, até tudo bem. Mas não. Chega. Tudo tem limite. Não vou carregar essa culpa, nem sonhar um encontro futuro. Sei que talvez nunca tenha sentido algo tão visceral por alguém, sofrido tanto, mas encerro essa história na minha vida. Guardarei minhas lágrimas para chorar de alegria com as coisas bonitas que estamos construindo por aqui.


Trabalhei o dia todo hoje e no intervalo entre uma coisa e outra ajudei na faxina que a Denise começou na nossa laje. Tiramos muito lixo. Ficou ótimo. Agora até rola fazer yoga na rua. A Marta avisou que vai deixar a casinha e lá vamos nós para um novo ciclo. Mais desapego. Mais desapego. Mais desapego. E seguimos.


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